MONTEMOR-O-VELHO SANTA MARIA DA ALCAÇOVA

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Retábulo da Nª Srª do Ó

SANTA MARIA DA ALCAÇOVA CHURCH

Erected at the end of the 11th Century, it owes its completion to a major initiative ordered by D.Jorge de Almeida, Bishop of Coimbra, at the start of the 16th Century.
With three naves and roof made of wood, supported by spiral pilars, it displays a triple vaulted headboard. Following the style of Church reception halls, so much in vogue in the 16th Century, Francisco Pires devised a single spacious interior arca which the slender pillars did not break up.
In the interior are displayed the Virgin and the Angel of the Announciation , both atributed to Mestre Pêro, active in the first half of the 14th Century, and the renaissance period altar, piece attributed to João de Ruão. We can still see the fresco paintings, not yet dated, that would have been decorated in the past.

IGREJA DE NOSSA SENHORA DA ALCAÇOVA

A Igreja de Santa Maria da Alcáçova ocupa um lugar dominante no interior do castelo de Montemor-o-Velho, e foi construida aproximadamente no ano 1090 a mando de D. Sesnando, no local da antiga mesquita islâmica. Da mesquita se conserva um fragmento de lápide, provavelmente posterior a 1095. Implantada sobre a antiga mesquita islâmica, foi objecto de reformas posteriores e, uma inscrição de 1128 alude à cerimónia de Dedicação do templo.
Levantada nos finais do século XI, deve a sua feição actual a uma profunda intervenção ordenada por D.Jorge de Almeida, Bispo de Coimbra, nos inícios de quinhentos. Com três naves e cobertura de madeira, suportada por pilares torsos, apresenta cabeceira tripla abobadada. Seguindo a tipologia da igreja salão, tão em voga no séc. XVI, Francisco Pires projectou um espaço interior unitário e amplo que os finos pilares não chegam verdadeiramente a compartimentar. No seu interior destaca-se a Virgem do Ó e o Anjo da Anunciação, ambos atribuidos ao Mestre Pêro, activo na primeira metade de 1300, e o retábulo renascentista atribuído a João de Ruão. Repare-se ainda na pintura a fresco, ainda por datar, que subsiste na capela lateral e que nos permite imaginar como seria decorado o interior de grande parte dos templos séculos atrás.