COIMBRA

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Cidade de ruas estreitas, pátios, escadinhas e arcos medievais, Coimbra foi berço de nascimento de seis reis de Portugal e da Primeira Dinastia, assim como da primeira Universidade do País e uma das mais antigas da Europa. No século XII, Coimbra apresentava já uma estrutura urbana, dividida entre a cidade alta, designada por Alta ou Almedina, onde viviam os aristocratas, os clérigos e, mais tarde, os estudantes, e a Baixa, do comércio, do artesanto e dos bairros ribeirinhos. Desde meados do século XVI que a história da cidade passa a girar em torno à história da Universidade de Coimbra, sendo apenas já no século XIX que a cidade se começa a expandir para além do seu casco muralhado, que chega mesmo a desaparecer com as reformas levadas a cabo pelo Marquês de Pombal no final do século XVIII. Estas reformas vão ter grande impacto principalmente na alta da cidade, onde são criadas estruturas como o Jardim Botânico e alguns colégios da Universidade.

Coimbra foi a antiga cidade romana de Emínio (Aemium), e ficava junto à estrada romana que ligava Olissipo a Bracara Augusta, passando também por Conimbriga. Seria uma cidade marcadamente militar. A invasão e saques dos suevos a Conimbriga (20km a sul de Coimbra) por volta de 460, obrigou o refugio de muitos dos seus habitantes em Ermínio (Coimbra). A diocese que estava sedeada em Conimbriga, transitou para Emínio em data não definida que se situa entre os séculos VI e IX. A Coimbra Islamica nos dois períodos de ocupação muçulmana de 714-878 e entre 987 e 1064 tinha a designação de Qulumbriya. A primeira reconquista de Coimbra dá-se em 878 por Afonso III, e a segunda foi por Fernando Magno em 1064. Coimbra nessa época estava rodeada de um sólido sistema de muralhas que a tornava quase inexpugnável. A primeira catedral teria existido no mesmo local onde exisitiria a Mesquita Islamica, que corresponde ao local da actua Sé Antiga.



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